BRASÍLIA - O empresário Jo, um dos donos da , pediu ao ministro , do Supremo Tribunal Federal (), que estenda a ele a decisão que garantiu ao ex-procurador Marcello Muller acesso a documentos da .
A defesa de Joesley justifica que as alegações que fundamentaram a liberação dos documentos a Marcello Muller “aplicam-se com perfeita exatidão ao caso” do empresário. No final de novembro Joesley participou de audiência na CPI da JBS, mas optou por ficar em silêncio.
Na decisão favorável ao ex-procurador Marcello Muller, Gilmar justificou que “documentação interessa à defesa do paciente”. Na Operação Tendão de Aquiles, Miller foi alvo de busca e apreensão domiciliar. “Resta claro que ele figura como investigado, tornando relevante seu acesso às provas ali documentadas”, afirmou o ministro.
Joesley está preso desde que seu acordo de colaboração foi rescindido pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. A rescisão da delação aconteceu após ser divulgado um áudio em que Joesley conversava com Saud sobre a estratégia para fechar o acordo. Ele relatava que havia outras gravações não entregues à Justiça.

