O superintendente do ministério no Rio de Janeiro, o militar da reserva George Divério, foi demitido pelo ministro Marcelo Queiroga, nesta quarta-feira (26), após a descoberta de que ele cometeu irregularidades em contratos da pasta durante a pandemia.
Divério teria contratado empresas que já tinham trabalhado para ele, sem que elas disputassem os contratos por meio de processo licitatório.
Os valores dos contratos também chamaram a atenção. Um deles, firmado com uma empresa que reforma arquivos custou aos cofres públicos R$ 9 milhões. Outras duas empresas também beneficiadas pelo general arrastaram juntas R$ 28,8 milhões
George foi indicado ao cargo pelo ex-ministro, Eduardo Pazuello, em junho de 2020, e já tinha histórico de escândalos contratuais na empresa que tinha com outro sócio. Na época, a história envolveu até as Forças Armadas.

