A suspensão aconteceu depois que a Polícia Civil de São Paulo fez uma operação na casa dele, no condomínio Fazenda Boa Vista, em Porto Feliz, interior paulista, onde apreendeu 54 acessórios de armas, como miras eletrônicas e lunetas. Os equipamentos foram enviados para uma perícia para confirmar se eles são legais.
Segundo a defesa de Thiago, o empresário é colecionador de armas legalmente cadastradas e registradas na Superintendência de Fiscalização de Produtos Controlados da 2ª Região Militar (SEPC/2). Em 23 de junho, o acervo teria passado por vistoria de rotina.
A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou Thiago Brennand réu por lesão corporal e corrupção de menores neste caso. Os crimes foram cometidos em 3 de agosto deste ano. A decisão judicial deu prazo de dez dias para que o empresário, que se encontra no exterior, retorne para o Brasil. Ele havia viajado para Dubai, nos Emirados Árabes, no dia 4 e tinha previsão de retornar apenas no dia 18 de outubro.
O prazo de dez dias começou a correr nesta segunda-feira, 12. Ele também está proibido de se aproximar da modelo e de frequentar academias.

