Conforme a Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa), ele é considerado um cometa periódico do tipo Halley.
Segundo o site Earth Sky, análises preliminares de sua trajetória sugerem que ele completa uma órbita ao redor do Sol a cada oito décadas, aproximadamente.
Nos últimos meses, ainda de acordo com o site, os observadores ficaram perplexos porque não notaram aumento de brilho do cometa ao se aproximar do sistema solar interno. No entanto, os cometas são notórios por serem imprevisíveis, segundo o site, sendo necessário aguardar mais um tempo para ver o que realmente vai acontecer com o cometa.
O site especializado estima que o cometa fará sua maior aproximação do Sol em 27 de setembro. Mas se continuar brilhante, a expectativa de vê-lo brilhando da Terra estará mantida.
Segundo o site Earth Sky, os cientistas podem continuar monitorando o cometa usando instrumentos como o Observatório Solar e Heliosférico (Soho), uma espaçonave operada pela Agência Espacial Europeia e pela Nasa.
Quando deve chegar mais perto da Terra?
Sua maior aproximação da Terra é esperada para a noite de 12 de outubro. "Se ainda estiver intacto, as previsões atuais indicam que o planeta deve ter magnitude entre dois e três quando estiver mais próximo da Terra. Isso o tornaria visível a olho nu", acrescenta o Earth Sky.
Os cometas são compostos de poeira, gases congelados, gelo e rochas unidas após a formação do sistema solar. À medida que se aproximam do Sol, ficam lentamente mais quentes e brilhantes. O gelo se transforma em gás e afasta a poeira, formando a tradicional cauda associada aos cometas.

