BRASÍLIA — A informou oficialmente o Supremo Tribunal Federal () sobre decisão tomada na última quarta-feira. Na ocasião, por 251 votos a 233, o plenário da Câmara negou autorização para o prosseguimento da ação na qual o presidente foi denunciado pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot pelos delitos de organização criminosa e obstrução de justiça.
O despacho do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi assinado e enviado ao tribunal na quinta-feira. Em razão do cargo que ocupa, denúncias contra Temer só podem ser analisadas pelo STF se tiverem o aval de dois terços da Câmara, ou seja, de pelo menos 342 dos 513 deputados.
Esta é a segunda vez que a Câmara não autoriza a continuidade de uma ação contra Temer. Na primeira vez, Janot denunciou o presidente por corrupção passiva. Os casos só poderão ter seguimento quando Temer deixar o cargo, ou seja, a partir de janeiro de 2019.
