Natural de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Marilia foi morar na Itália com a mãe, que já retornou para o Brasil. Autoridades italianas acreditam que o gás tenha vazado de uma caldeira. A vítima, segundo as investigações, tinha ferimentos no rosto e na nuca que não poderiam ter sido causados por uma queda acidental.
A porta do escritório estava destrancada por dentro e, segundo a polícia, o gás que vazou ou foi solto era metano, que, mesmo sendo explosivo, não provoca reações no ser humano. O pai da jovem e um tio, que é promotor de Justiça no Brasil, vão para a Itália acompanhar as investigações.

