A decisão foi tomada depois de uma sequência de manifestações contra o aumento das passagem de ônibus na capital paulista e também no restante do Estado. O último deles, ocorrido nesta terça-feira, 17, foi marcado por atos de vandalismo, lojas saqueadas e a depredação da Prefeitura e de outros prédios do centro da capital. Após início pacífico do ato, um pequeno grupo atacou a sede da administração municipal e as lojas da Rua Direita. Na manhã desta quarta, lojistas e garis dividiram a tarefa de limpar os vestígios da depredação.
