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Torcidas violentas, políticos barraqueiros, jornalistas ‘entranhados’ no submundo do crime agora andarão armados

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09/05/2019 às 01h38 — em Coluna do Holanda
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A liberação do porte até agora designa classes que supostamente estariam vulneráveis a atentados, além do uso em locais sujeitos a invasões e roubos. Não será para pessoas de bem.Torcidas violentas, políticos barraqueiros, jornalistas ‘entranhados’ no submundo do crime, policiais adeptos do ‘milicianismo’, formam o público alvo do armamentismo disfarçado.

Aos poucos, o governo de Bolsonaro está empurrando goela abaixo da sociedade seu projeto de armamento da população. O objetivo é permitir que seus seguidores se armem para combater qualquer reação social como manifestações nas ruas. É um plano maldoso e cruel.

A liberação do porte até agora designa classes que supostamente estariam vulneráveis a atentados, além do uso em locais sujeitos a invasões e roubos. Não será para pessoas de bem.

Os que lutaram pela proibição do porte, agora estão estranhamente calados. Os cidadãos não violentos não usarão armas, e Bolsonaro conta com isso para sedimentar seu propósito.

Torcidas violentas, políticos barraqueiros, jornalistas ‘entranhados’ no submundo do crime, policiais adeptos do ‘milicianismo’, formam o público alvo do armamentismo disfarçado.

Estes formarão em breve a guarda presidencial nas ruas e campos do país. Irão combater trabalhadores em greve, passeatas de cidadãos indignados, posseiros resistindo à ‘grilagem’.

Aos poucos, o governo de Bolsonaro está empurrando goela abaixo da sociedade seu projeto de armamento da população. O objetivo é permitir que seus seguidores se armem para combater qualquer reação social com manifestações nas ruas. É um plano maldoso e cruel.

A liberação do porte até agora designa classes que supostamente estariam vulneráveis a atentados, além do uso em locais sujeitos a invasões e roubos. Não será para pessoas de bem.

Os que lutaram pela proibição do porte, agora estão estranhamente calados. Os cidadãos não violentos não usarão armas, e Bolsonaro conta com isso para sedimentar seu propósito.

Torcidas violentas, políticos barraqueiros, jornalistas ‘entranhados’ no submundo do crime, policiais adeptos do ‘milicianismo’, formam o público alvo do armamentismo disfarçado.

Estes formarão em breve a guarda presidencial nas ruas e campos do país. Irão combater trabalhadores em greve, passeatas de cidadãos indignados, posseiros resistindo à ‘grilagem’.

O projeto de armas livre é o ingrediente que o capitão Jair precisa para intimidar a sociedade sem colocar o Exército nas ruas. Aliás, os militares estão sendo deslocados da guarda pessoal.

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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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