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Faltou palmatória no senador

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Por Holanda
08/09/2011 10h24 — em Coluna do Holanda

O ex-prefeito Serafim Correa não cita nome, mas seu post "Questão de tabuada",  no qual fala das perdas da Zona Franca de Manaus com a MP dos tablets, tem um endereço certo: o senador Eduardo Braga(PMDB), que anda alardeando vitória da Zona Franca de Manaus.

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Tudo para Serafim é saber quanto é 7 x 7. O ex-prefeito diz que aprendeu na base da palmatória. Braga, menino rico e   tratado com carinho pelos professores,  não teve isso não.

" Vamos fazer as contas? "

Diz Serafim que "antes da MP, se uma empresa quisesse produzir Tablets em qualquer lugar do Brasil pagaria 15% de IPI e 9,25% de PIS/COFINS, num total de 24,25% sobre o preço de venda da fábrica.Se estivesse na Zona Franca de Manaus não pagaria os 15% de IPI e pagaria 3,65% de PIS/COFINS. Ou seja, pagaria 3,65%. A vantagem em favor de quem estivesse na Zona Franca, portanto, era de 24,25% – 3,65 = 20,60%.

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"Veio a MP e estabeleceu que a fábrica que produzir fora de Manaus pagará somente 3% de IPI e ZERO de PIS/COFINS. Ou seja, 3%. Portanto, menos 0,65% do que quem produzir na Zona Franca de Manaus."

 

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Taí, uma boa lição para o senador Eduardo Braga...

Muito interesse

Por falar em aprovação da MP 534, é importante divulgar o interesse dos deputados federais que fazem parte da bancada amazonense na votação do texto legal. Só os deputados Francisco Praciano (PT), Silas Câmara (PSC) e Átila Lins (PMDB) estavam presentes.

Ataque à pobreza

O governo do Amazonas está literalmente se armando para enfrentar a violência. Armamentos, carros, policiais e um investimento altissismo: meio bilhão de reais. O risco é produzir mais violência se, paralelamente ao aparelhamento da policia, não forem desenvolvidos programas para reduzir a pobreza, gerar empregos e produzir renda. A violência, que sai da relação de vizinhos, de conflitos familiares, da entrada de jovens para o tráfico e que também é resultado da evasão escolar altíssima no Amazonas, não se combate com armamento. Ela só será reduzida ou debelada com um ataque direto a pobreza, por meio de ações sociais e econômicas.

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O risco de o estado se armar ate os dentes - é ele ficar de um lado e a sociedade de outro, produzindo mais conflitos, mais  violência,

Gastança geral

Pelo que disse o vice-governador José Melo, ontem, durante o desfile militar de Sete de Setembro, ao anunciar a compra de mais carros para a Polícia, o estado desistiu de alugar carros, ao invés de comprá-los, como chegou a ser anunciado pelo governado Omar Aziz. O gasto com a manutenção da frota - vide peças de reposição, atualmente e de R$ 8 milhoes/ano.  isto é, a cada 12 meses uma frota vai para o lixão.

Atraso à moda Eduardo Braga

O desfile militar desta quarta-feira estava previsto para iniciar às 8h, mas às 8h40, embora o mestre cerimônia anunciasse que “tudo estava acontecendo conforme o cronograma”, o público reagiu com uma sonora vaia. O desfile iniciou depois das 9h. Um atraso digno do ex-governador Eduardo Braga. O governador em exercício, José Melo, chegou ao palanque das autoridades ‘pontualmente’ às 9h e também foi vaiado.

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Quem ‘salvou a pátria’ foi a banda do Comando Militar da Amazônia (CMA), que, sob a regência do tenente Sidney, volta e meia atacava um dobrado ou até mesmo uma toada de boi para animar a população que enfrentou o sol quente superior a 30ºC para ver o desfile.

Prova tranqüila, pero no mucho

Diz a deputada Conceição Sampaio (PP) que a aplicação das provas do concurso de nível médio da Assembleia Legislativa do Estado (ALE) realizada nesta quarta-feira ocorreu na maior tranquilidade. Bem, se depender da segurança dos malotes, a prova foi entregue aos candidatos na maior calma. Agora, teve gente reclamando por ter que tirar até relógio de pulso, além da presença de detector de metais até nos banheiros, onde o candidato ia acompanhado e não podia levar nada. Mulheres que precisavam trocar absorvente tiveram problemas.

 

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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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