SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Cantora, empresária e apresentadora, Preta Gil morreu neste domingo (20) aos 50 anos após complicações em decorrência de um câncer. Ela estava nos Estados Unidos, onde fazia um tratamento experimental contra a doença, diagnosticada em janeiro de 2023. A notícia repercutiu na imprensa internacional.
SIC Noticias, de Portugal: O jornal destacou Preta como "um símbolo da luta contra o racismo e pelos direitos das mulher e da comunidade LGBT+."
Jornal de Noticias, de Portugal: O veículo destacou que "entre o amor, a dor a coragem", Preta foi "ícone da diversidade". A notícia ainda apontou a irreverência da cantora em sua carreira.
El Mundo, Espanha: Um dos principais veículos da Espanha destacou a morte da "filha do mito Gilberto Gil".
The Economist Times, EUA: O veículo norte-americano destacou que a "amada cantora brasileira" morreu poucos dias antes de retornar para casa após um tratamento nos Estados Unidos.
Marca, Espanha: O periódico esportivo espanhol destacou que o "mundo do futebol chorou" a morte da cantora e citou manifestações de clubes brasileiros.

