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Kate Moss nega ter sido empurrada em escada por Johnny Depp

Por Folha de São Paulo / Portal do Holanda

25/05/2022 13h38 — em
Arte e Cultura



RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A modelo Kate Moss testemunhou a favor de Johnny Depp na manhã desta quarta-feira (25), no midiático julgamento entre o ator e a ex-mulher, Amber Heard. Moss participou da audiência por vídeo e negou enfaticamente que tenha sido empurrada da escada pelo então namorado durante uma viagem à Jamaica, nos anos 1990, como Amber havia dado a entender, em depoimento anterior.

"Ele nunca me empurrou, chutou ou me jogou escadas abaixo", disse. Segundo Moss, ela escorregou nos degraus e foi prontamente amparada por Depp. "Nós estávamos saindo do quarto, e Johnny saiu antes de mim. Estava chovendo muito, uma tempestade, e eu escorreguei nos degraus molhados e machuquei as minhas costas", afirmou.

"Eu gritei porque não sabia o que tinha acontecido, estava com dor", continuou a modelo. De acordo com seu testemunho, Depp a carregou para o quarto e ajudou a cuidar de seus machucados. O depoimento de Moss confirmou as expectativas dos advogados do ator de "Piratas do Caribe".

Moss e Depp namoraram entre 1994 e 1997, e durante este período houve um boato -nunca confirmado por ela- de que ele a empurrou por um lance de escadas numa discussão. A defesa de Depp comemorou quando Heard, 36, de repente mencionou Moss durante seu depoimento, semanas atrás. Segundo o NY Post, eles chegaram a "bater palmas" nesta hora.

Heard detalhava mais uma briga entre os dois, e contou que em março de 2015, ela deu um soco no rosto de Depp por medo de que ele empurrasse sua irmã Whitney escada abaixo. Heard disse que imediatamente pensou "em Kate Moss e as escadas".

A modelo não era originalmente esperada para participar do julgamento, mas a menção de Heard abriu caminho para a equipe de Depp chamá-la para testemunhar e, assim, esclarecer de vez a história da escada, dissipar o boato e pôr em xeque as declarações de Amber.

O ator processa Heard por difamação, pedindo US$ 50 milhões por causa de um artigo escrito por ela no jornal The Washington Post, no qual ela afirmava ser vítima de abuso doméstico.

Ela o processou de volta, pedindo o dobro deste valor.



O Portal do Holanda foi fundado em 14 de novembro de 2005. Primeiramente com uma coluna, que levou o nome de seu fundador, o jornalista Raimundo de Holanda. Depois passou para Blog do Holanda e por último Portal do Holanda. Foi um dos primeiros sítios de internet no Estado do Amazonas. É auditado pelo IVC e ComScore.

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