O Parlamento Amazônico, foi criado há 32 anos, e tem o objetivo de estabelecer políticas integradas e intensificar relações sobre as questões do bioma amazônico possibilitando a cooperação e o desenvolvimento sustentável da Amazônia.
Os países representantes que tiveram iniciativa de reinstalar o Parlamento Amazônico (Parlamaz), nesta segunda-feira (21), são Brasil, Peru, Guiana, Guiana Francesa, Bolívia, Colômbia, Suriname, Equador e Venezuela.
“A nossa pauta principal neste momento é a proteção do nosso imenso patrimônio, constituído pela Floresta Amazônica. São 7 milhões de quilômetros quadrados de pura riqueza, a região de maior biodiversidade do planeta” disse o senador eleito por aclamação para administrar o Parlamaz, Nelsinho Trad (PSD-MS). Trad deu prazo até 21 de janeiro para que os membros indiquem candidatos para a vice-presidência e apontamentos para o plano de trabalho do grupo, em uma reunião remota.
“A reinstalação do Parlamaz significa um passo importante, e os resultados poderão impactar de modo decisivo e firme o nosso futuro” afirma Trad.
Outro desafio foi o do político colombiano, Juan David Velez, que viu dificuldades dos países-membros é sugerir ações de proteção ao meio ambiente de forma geral. E uma das representantes da Bolívia, a deputada Marta Ruiz Flores disse que o parlamento boliviano está envolvido na causa. De acordo com a deputada, juntos, os países do Parlamaz podem promover mudanças importantes para a sustentabilidade do bioma.
Os parlamentares que vão representar o Brasil são os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS), Eduardo Braga (MDB-AM), Plinio Valério (PSDB-AM), Paulo Rocha (PT-PA) e Telmário Mota (Pros-RR) e os deputados Marcelo Ramos (PL-AM), Leo Moraes (Podemos-RO), Perpétua de Almeida (PCdoB-AC) e José Ricardo (PT-AM).



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