Rivelino Queiroz de Albuquerque, o “Riva” morto na rebelião na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no último dia 10, havia sido beneficiado com a progressão de regime, assinada pelo juiz Mauro Moraes Antony, que está respondendo pela Vara de Execuções Penais. Com a decisão judicial, adotada sete dias antes da rebelião, Rivelino poderia sair para trabalhar ou fazer tratamento médico.Como condenado de Justiça, Rivas deveria estar no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), e não na Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, onde atuava como “xerife”e era o terror dos presidiários. Apesar disso, o diretor do presídio atestou que Rivas tinha bom comportamento e o Ministério Público deu parecer favorável a remissão da pena.


O Blog do Holanda apurou que ao menos 20 presos de justiça estão na mesma penitenciária. Rivas foi assassinado pelos presos, mas antes foi torturado, teve o pênis cortado e o seu corpo foi envolvido em álcool e incendiado durante a rebelião.
“Geralmente ficam nessas cadeias presos ameaçados que correm risco de vida, mas nem sabíamos que o Riva era condenado ou muito menos estava ameaçado”, disse a fonte do presídio ao Blog do Holanda, informando que os juízes quando expedem a Guia de Recolhimento (GR) na maioria das vezes o documento vai para o diretor do estabelecimento prisional. E ele, muitas vezes sem comunicar a Justiça, mantém o preso na situação anterior a decisão judicial. “Isso não pode, mas acontece muito. A Justiça poderia fazer uma vistoria para averiguar isso”, sugeriu..
O Blog do Holanda apurou que ao menos 20 presos de justiça estão na mesma penitenciária. Rivas foi assassinado pelos presos, mas antes foi torturado, teve o pênis cortado e o seu corpo foi envolvido em álcool e incendiado durante a rebelião.
“Geralmente ficam nessas cadeias presos ameaçados que correm risco de vida, mas nem sabíamos que o Riva era condenado ou muito menos estava ameaçado”, disse a fonte do presídio ao Blog do Holanda, informando que os juízes quando expedem a Guia de Recolhimento (GR) na maioria das vezes o documento vai para o diretor do estabelecimento prisional. E ele, muitas vezes sem comunicar a Justiça, mantém o preso na situação anterior a decisão judicial. “Isso não pode, mas acontece muito. A Justiça poderia fazer uma vistoria para averiguar isso”, sugeriu..
