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Voo da morte levava um passageiro a mais

A causa da queda do bimotor, modelo Seneca, prefixo PT-EFS, da empresa Amazonaves Táxi Aéreo  minutos após a decolagem, ontem a tarde,  na pista do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, está  sendo analisada pelo Sétimo Serviço Regional   de Investigação  e Prevenção  de Acidentes Aeronáuticos  (SERIPA)


De acordo com um piloto ouvido pelo Portal do Holanda, e que pediu para não ter o nome revelado, o avião Seneca   tem capacidade para cinco passageiros e um tripulante.  O  que caiu( foto cedida pelo Corpo de Bombeiros),  levava um passageiro a mais,  num  total de sete pessoas.

De acordo com ele,  o peso pode ter contribuído para a queda da aeronave quando o motor falhou.


Outra informação do piloto é que Antônio Picão Neto, proprietário da Amazonaves Táxi Aéreo, era quem estaria pilotando a aeronave e Waldeir Mineirinho, atuava como co-piloto. De acordo com ele, o empresário, apesar de já pilotar há anos, estava legalizando sua documentação para voltar a voar.

 “Com relação a capacidade da aeronave eles sabem:   é para seis pessoas e tinha sete. Tudo isso será analisado”, acrescentou.


Entenda o caso


O avião bimotor, modelo Seneca, prefixo PT-EFS, da empresa Amazonaves Táxi Aéreo que caiu minutos após a decolagem, na quinta-feira  por volta de 14h51, na pista do aeroporto internacional Eduardo Gomes.


No acidente morreram o proprietário da Amazonaves, Antônio Picão Neto, 50;  sua esposa  Luciana Fernandes Picão, 42; o filho Matheus Henrique Picão, 12; uma funcionária da empresa, Janilça Oliveira Nascimento, 35; a amiga dela Kelly Cidrônio, o piloto Waldeir Alencar da Silva, o "Mineirinho" e o pedreiro Magno Souza.

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