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Uma nova vida no borboletário experimental do Musa

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O nome científico é Caligo idomeneus. Popularmente conhecida como Olho-de-coruja, é uma das maiores borboletas da região. A mais nova mascote do borboletário experimental do Musa- Museu da Amazônia "nasceu" na última segunda, dia 7. Outras duas da mesma espécie estão prontas para eclodir.

O ciclo de vida desse tipo de borboleta é curto, se comparado a outros animais. O ovo dura, em média, 10 dias. Desse pequeno ovo sai uma lagarta minúscula que se alimenta com um apetite voraz. Ela vai se alimentar por aproximadamente três meses até se transformar em pupa.

Passa, então, cerca de três semanas nessa nova casa, antes de eclodir. Logo depois de se libertar do casulo, já está madura sexualmente, pronta para acasalar. A Olho-de-coruja terá então, em média, entre dois e três meses para perpetuar a espécie.

 "São borboletas crepusculares, mais ativas no entardecer e seu alimento preferido são as frutas", explica a bióloga Elisa Herkenhoff, do Musa. À medida que vai envelhecendo, a borboleta vai também, aos poucos, perdendo a cor e o viço das asas. 

 

 

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