A Universidade Federal do Amazonas passou a concentrar alunos de outros estados após a sua adesão ao Enem. Mais de 96 por cento das vagas para o curso de medicina, por exemplo, ficaram com candidatos não amazonenses (veja tabela abaixo). As escolas da rede pública e privada do estado só lograram êxito em cursos da área de humanas, onde o peso de matemática, física e química são menores. Mais preparados, estudantes de outros estados passaram optar pelos cursos oferecidos pela Ufam, que ao contrário da Universidade Estadual do Amazonas, aderiu ao Enem sem o cuidado de manter uma reserva de vagas para residentes no estado.


