No momento em que todos lamentam a paralisação do maior porto privado do Amazonas e esquecem de chorar os mortos e feridos no desabamento de ontem, cabe ressaltar as indagações pertinentes feitas por alguns empresários menos insensíveis. Um deles questionou a obra de ampliação, que estava sendo feita no porto, aparentemente sem o aval das autoridades da prefeitura de Manaus.
É hora de cobrar, por exemplo, onde está o aval do Conselho de Engenharia, Arquitetura e Agronomia para a reforma, e a permissão do município para a sua execução. E mais: quem era o engenheiro responsável? Se está tudo irregular, o porto tinha que estar fechado , pois não se pode brincar com vidas alheias e ainda por cima causar toda esse prejuízo para a indústria e o comércio às portas do Natal.
Mas como sempre, a defesa Civil não atua da forma preventiva. Somente após a tragédia, interditou o Porto. O Chibatão é o maior porto de uso privatizado de Manaus, movimentando 40% da carga destinada ao comércio e à indústria da capital, e sua construção foi feita às pressas, para atender a demanda das empresas. Faltou fiscalização das autoridades, inclusive a partir do primeiro deslizamento, registrado ano passado.
É hora de cobrar, por exemplo, onde está o aval do Conselho de Engenharia, Arquitetura e Agronomia para a reforma, e a permissão do município para a sua execução. E mais: quem era o engenheiro responsável? Se está tudo irregular, o porto tinha que estar fechado , pois não se pode brincar com vidas alheias e ainda por cima causar toda esse prejuízo para a indústria e o comércio às portas do Natal.
Mas como sempre, a defesa Civil não atua da forma preventiva. Somente após a tragédia, interditou o Porto. O Chibatão é o maior porto de uso privatizado de Manaus, movimentando 40% da carga destinada ao comércio e à indústria da capital, e sua construção foi feita às pressas, para atender a demanda das empresas. Faltou fiscalização das autoridades, inclusive a partir do primeiro deslizamento, registrado ano passado.
