De traição de cliente com funcionária da Bemol à fumaça tóxica que atingiu o Amazonas, reunimos os fatos que repercutiram no estado nos últimos doze meses levando os leitores a muitos debates.
Explosão - Uma notícia que abalou Manaus no dia 15 de janeiro foi a explosão no Clube de Tiro Ponta Negra que deixou cinco pessoas mortas, entre elas os donos do clube. A tragédia repercutiu na imprensa nacional e na época a suspeita era de que a alta quantidade de pólvora teria causado a explosão.
Escândalo de traição na Bemol - Em fevereiro, uma briga dentro da loja Bemol viralizou na cidade. Na ocasião, uma cliente, Aline Siqueira, fez um barraco na loja, no bairro Nova Cidade, zona norte de Manaus, após descobrir que estava sendo traída pelo marido com uma funcionária da loja. Enquanto gritava aos quatro ventos sobre o caso do marido com a funcionária, a mulher distribuiu prints impressos das supostas mensagens trocadas pelos amantes. O vexame levou a mulher traída a ter muitos seguidores no instagram, rendendo até parceiras para publis.
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Exploração sexual - Em maio, uma atitude de desespero de uma adolescente levou a polícia a descobrir um esquema de exploração sexual comandada pelo alemão Wolfgang Brog, 75. A menina de 15 anos filmou o próprio estupro para denunciar o empresário, em Novo Airão, no Amazonas. O acusado, que segue foragido, mantinha uma pousada clandestina para explorar menores e fugiu assim que o caso veio à tona.
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Ataque em escola - Em meio a uma onda de violência em escolas no Brasil, Manaus também registrou ataque por parte de um aluno no Colégio Adventista. Na ocasião, um estudante do 6º ano esfaqueou uma professora dentro do Colégio Adventista, no bairro Cachoeirinha, no dia 10 de abril. Na época, a polícia contou que o menino confessou o crime com detalhes. A motivação dele seria a busca por "fama e glorificação", além disso, ele apresenta traços de misoginia, aversão às mulheres.
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Fumaça tóxica - Entre agosto e novembro de 2023, Manaus sufocou em meio a densa fumaça tóxica oriunda das queimadas. A capital e municípios do interior ficaram encobertos causando problemas de saúde e transtornos para população, que foi orientada a não sair de casa devido aos riscos para a saúde. Além da qualidade do ar ser considerada péssima, a visibilidade ficou comprometida prejudicando motoristas e quem pretendia viajar, pois aviões não conseguiram seguir suas rotas. A fumaça somada com o período de seca, levou os amazonenses a enfrentarem problemas como sangramento nasal e sufocamento.
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Seca histórica - O Amazonas enfrentou uma das piores secas quando o nível do Rio Negro atingiu 12,94 metros no dia 31 de outubro. Até então a maior vazante foi registrada em 2010 com 13,63 metros. A seca extrema prejudicou a importação no estado, deixou ribeirinhos ilhados e sem acesso à água potável, e causou a morte de centenas de botos. O caso levou o estado a decretar situação de emergência em todo o Amazonas e até então segue sem mudanças, apesar da chegada da fase de enchente. Dados divulgados nesta quarta-feira (27) mostram que 599 mil pessoas estão sendo afetadas pela seca severa.
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