Manaus/AM – Daniel Rocha de Oliveira, promotor de Justiça acusado de assédio sexual contra uma estagiária de 16 anos de idade e de assédio moral contra uma servidora do MP-AM (Ministério Público do Amazonas), foi autorizado a retornar ao trabalho na quarta-feira (5) em Tabatinga.
Ele havia sido afastado por 60 dias em abril deste ano pelo Conselho Superior do Ministério Público do Amazonas, para concluir duas sindicâncias abertas a partir de denúncias apresentadas contra ele.
A volta de Daniel ao trabalho foi confirmada em despacho assinado na quarta-feira pelo procurador-geral de Justiça do Amazonas, Alberto Nascimento Júnior.
Na denúncia, a jovem relatou que o promotor tinha comportamentos inadequados, como abraços e beijos no ambiente de trabalho e propostas de encontros fora do expediente.
A servidora que aconselhou a jovem a denunciar o promotor foi exonerada de cargo comissionado sob alegação de baixa produtividade.

