Ivoney Santos, Wando Cândido da Silva e Suzani Maria de Almeida Melo foram flagrados no dia 7 assaltando uma agência bancária. A polícia, que vem revelado alguma eficiência nos últimos dias, estava lá e impediu o assalto.O caso só chegou à Delegacia, onde o flagrante foi lavrado, porque os militares recusam a propina de R$ 25 mil oferecida pelos criminosos. O trio foi mandado para a penitenciária, mas o juiz plantonista, Carlos - que não é o Carlos Zamith, como divulgou o jornal a Critica - mas o Carlos Alberto Barbosa da Silva - estabeleceu uma fiança de R$ 500,00 para a concessão da liberdade provisória dos acusados. Clique na figura abaixo e leia a decisão do magistrado.
Embora o juiz Carlos Alberto Barbosa da Silva afirme no seu despacho (Leia na íntegra) que "os crimes imputados aos acusados comportam a concessão da liberdade provisória", o clamor popular contra a violência que apenas cresce em Manaus já seria um fato a ser considerado para a permanência do trio na cadeia, ou o estabelecimento de uma fiança bem mais alta, superior a oferecida como propina aos policiais.
Os R$ 500 fixados acabaram se transformando em um prêmio e incentivo a novos assaltos. O juiz Carlos Zamith, que costuma ser bem mais rígido - não há no seu histórico tamanha generosidade com os criminosos - entrou na história, como - com "todo o respeito magistrado" - gaito. Mas quem se sentiu lesado mesmo foi a sociedade e, por tabela,a boa polícia, que precisa ser incentivada a continuar rejeitando propinas e fazendo o seu papel.
OBS: Os policiais apreenderam os R$ 25 mil da tentativa de propina, mas os assaltantes teriam muito mais a oferecer. De onde saiu o dinheiro ? De outros assaltos ? O grande problema agora é que o trio desapareceu, desobedecendo uma ordem judicial para comparecer em juízo e prestar esclarecimentos.
Embora o juiz Carlos Alberto Barbosa da Silva afirme no seu despacho (Leia na íntegra) que "os crimes imputados aos acusados comportam a concessão da liberdade provisória", o clamor popular contra a violência que apenas cresce em Manaus já seria um fato a ser considerado para a permanência do trio na cadeia, ou o estabelecimento de uma fiança bem mais alta, superior a oferecida como propina aos policiais.
Os R$ 500 fixados acabaram se transformando em um prêmio e incentivo a novos assaltos. O juiz Carlos Zamith, que costuma ser bem mais rígido - não há no seu histórico tamanha generosidade com os criminosos - entrou na história, como - com "todo o respeito magistrado" - gaito. Mas quem se sentiu lesado mesmo foi a sociedade e, por tabela,a boa polícia, que precisa ser incentivada a continuar rejeitando propinas e fazendo o seu papel.
OBS: Os policiais apreenderam os R$ 25 mil da tentativa de propina, mas os assaltantes teriam muito mais a oferecer. De onde saiu o dinheiro ? De outros assaltos ? O grande problema agora é que o trio desapareceu, desobedecendo uma ordem judicial para comparecer em juízo e prestar esclarecimentos.

