O estilista suspeito de ser o receptor dos órgãos que foram traficados pelo professor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) é o polêmico Arnold Putra, natural da Indonésia, que há dois anos tornou-se notícia por apresentar uma bolsa feita com língua de jacaré e uma espinha dorsal que seria humana.
Conhecido por viagens para levantar as sobrancelhas cujos percursos estão relatados de forma detalhada no Instagram dele, Putra tem mais de 65 mil seguidores e é famoso por participar de vários eventos de moda.
A bolsa, que segundo ele, é feita com línguas de jacaré e uma espinha humana foi colocada à venda por U$ 5 mil e a descrição do produto dizia que a espinha era uma coluna infantil conseguida de “forma ética”.
Outra atitude estranha do designer é ele afirmar pele de albino e órgãos humanos plastinados, da mesma forma que teriam sido enviados os que saíram do Laboratório de Anatomia da UEA.
Ele já foi acusado de supostamente trocar partes de corpos humanos por produtos falsos com povos indígenas de Papua Nova Guiné, na Oceania.
Nas redes sociais dele, há inúmeras fotografias estranhas com animais mortos em um mercado local e uma, inclusive, dele comendo um morcego.





