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Petição pede investigação de Joana Darc por quebra de decoro após invasão ao Ibama

Petição pede investigação de Joana Darc por quebra de decoro após invasão ao Ibama
Petição pede investigação de Joana Darc por quebra de decoro após invasão ao Ibama

Manaus/AM - A deputada Joana Darc (União Brasil) foi denunciada por invasão na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), em Manaus, no episódio envolvendo a capivara Filó e o amazonense Agenor Tupinambá, tutor do animal.

Uma petição na Change.org pede que a deputada seja investigada por quebra de decoro parlamentar. Até o momento, a petição já tem 23.702 assinantes, e o pedido foi protocolado nesta sexta-feira (14) na Assembleia do Estado do Amazonas. 

Foto - Reprodução / abaixo-assinado Na representação, foi detalhado o caso da invasão à sede. “No sábado, 29.04, a deputada chegou à sede do IBAMA acompanhada de uma multidão de seguidores convocada por ela, com o objetivo de retirar um animal silvestre que foi entregue anteriormente ao IBAMA. Sua chegada deu início a uma série de ações não autorizadas e violentas para com animais, servidores públicos federais e seu patrimônio. A parlamentar utilizou, de forma sensacionalista, as redes sociais para convocar o público em apoio a seu objetivo, filmou, fotografou e transmitiu ao vivo as ações orquestradas”, diz. 

Além disso, o texto também cita sobre o momento em que Joana barrou uma servidora pública. “A parlamentar cometeu assédio e ameaça contra uma servidora pública federal, produzindo vídeos de difamações que foram publicados na internet. Um ato repugnante e contrário à ética parlamentar! Na ação, atirou-se sobre o carro da servidora em questão, que estava saindo do trabalho”, detalhou. 

A deputada também está sendo acusada de depredação de patrimônio federal e constrangimento de servidores. “A referida parlamentar ainda: constrangeu e assediou servidores terceirizados de segurança ao adentrar no órgão, usurpou e depredou o patrimônio público federal, tomou posse de insumos e instrumentos sem autorização, promoveu fiscalização irregular e mentiu ao afirmar ter sido enganada em supostos acordos com o IBAMA”. 

Se acatada, a representação será enviada para o Conselho de Ética.

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