A denúncia-crime formulada pelo procurador geral de Justiça, Francisco Cruz, contra o promotor Ronaldo Andrade , será relatada pelo desembargador Flávio Pascarelli. O promotor já ingressou no Tribunal de Justiça com pedido de habeas corpus para trancar a ação. Ronaldo participou da Operação Cachoeira Limpa, no dia 12 de maio, em Presidente Figueiredo, que resultou na morte de Fernando Pontes, o "Ferrugem". Ele filmou toda a operação que revelaria o excesso da policia, mas é acusado de produzir provas contra si mesmo.
A denúncia crime do procurador-geral de Justiça, Francisco Cruz, contra o promotor Ronaldo Andrade, já tem novo relator: o desembargador Flávio Humberto Pascarelli.
Os autos foram distribuídos para o desembargador Luiz Wilson Barroso, da Segunda Câmara Criminal, do Tribunal de Justiça do Amazonas, que na segunda-feira, em despacho determinou a redistribuição ao Tribunal Pleno, em vista de Ronaldo ter prerrogativa de função.
O promotor era responsável em acompanhar um mandado de busca e apreensão na operação ‘Cachoeira Limpa’, no dia 12 de maio deste ano, na residência do acusado de comandar uma rede de pedofilia em Presidente Figueiredo, Fernando Araújo Ponte, o ‘Ferrugem’, morto na ação da Polícia Civil.
Visando se livrar da denúncia, que ainda não foi recebida pelo Tribunal de Justiça, o promotor ingressou com habeas corpus, visando trancar a ação interposta pelo procurador geral. Os autos tem como relator o desembargador João Mauro Bessa, da Primeira Câmara Criminal.

