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Para ter sinal da Vivo no interior Amazonas, moradores cortam cabo

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Após as cidades de Parintins, Barreirinha, Nhamundá e Terra Santa ficarem sem o sinal da Vivo por mais de 40 horas, por causa da ação de moradores do distrito de Pedras, interior de Barreirinha, que cortaram o cabo de transmissão da torre, instalada na localidade, a Comissão da Parlamentar de Inquérito (CPI) da Telefonia da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) interviu para tentar solucionar o problema o mais rápido possível.

A operadora Vivo, representada por Emerson Martins, diretor regional Norte,  assinou neste domingo (17) um termo de compromisso, perante a CPI da Telefonia da Aleam, com intermediação do deputado estadual Marcelo Ramos (PSB), relator da internet, onde  se compromete a cobrir com o sinal da Vivo a comunidade de Pedras no prazo de 30 dias, sob a condição de que os moradores não impeçam os técnicos da operadora de fazerem o conserto do equipamento, instalado naquela localidade, que é responsável por sustentar o serviço da operadora em outras cidades próximas. O vereador Joãozinho do PSB de Barreirinha também atuou na tentativa de resolver o imbróglio.

Na opinião de Ramos, esse episódio demonstra a força e a credibilidade do trabalho sério desenvolvido pela CPI e também reforça que com a conclusão dos trabalhos haverá outras conquistas importantes para população. “Quando fazemos um trabalho com seriedade e segurança, como é o caso da CPI, com certeza os frutos positivos aparecem”, avaliou. A CPI da telefonia é presidida pelo deputado estadual Marcos Rotta (PMDB).

Com ante e sem sinal

Segundo o moradores de Pedras, a situação é o último estágio na série de reclamações e pedidos que fazem há tempos à operadora Vivo. A empresa instalou há alguns anos, a antena numa área naquela comunidade para atender Parintins, Barreirinha, Nhamundá e Terra Santa. Porém, o sinal de telefonia não atende o lugar. Os moradores de Pedras informaram que já fizeram pedidos para a liberação do sinal à direção da Vivo. Sem resposta, no sábado (15), tomaram a medida radical de ocupar o terreno onde funciona a torre. Além de terem impedido os técnicos de fazerem reparos.

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