Se depender do parecer da procuradora de contas Elissandra Monteiro Freire de Menezes, oconvênio de número 92/95, para a restauração de 11 quilômetros da Rodovia Manoel Urbano (Cacau Pirera/Manacapuru), entre a prefeitura do Iranduba e a Secretaria Estadual de Infra-Estrutura, no valor de R$ 11 milhões e 271 mil, deverá ser cancelado devido a uma séria de irregularidades apontadas pelo Ministério Público de Contas, e o dinheiro gasto na obra restituido aos cofres do Estado. A procuradora diz que o preço foi superfaturado. A consturota responsável pela obra foi a Pampulha, envolvida nos escândalos no Alto Slkmões, onde teria recebido por serviços não realizados.
Enquanto o Tribunal de Contas "segura o processo ", na Justiça comum há um outro, por improbidade e que corre veloz nas mãos da juiza Luciana Nasser, que há um mês transformou em réus o prefeito de Iranduba, Nonato Lopes (PMDB), o ex-secretário estadual de infraestrutura, Marco Aurélio Mendonça, e Alexandre Magno Lages, diretor da construtora Pampulha. A ação é movida pelo Ministério Público Estadual.
De acordo com o parecer da procuradora Elissandra Monteiro Freire de Menezes, a Pampulha cobrou da prefeitura de Iranduba, na administração de Raimundo Nonato Lopes, R$ 1 milhão e 24 mil por quilômetro asfaltado.

