Manaus/AM - Em um desdobramento recente do processo nº 0013553-31.2026.8.04.1000, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio do GAECO, solicitou a substituição da prisão preventiva de Anabela Cardoso Freitas por medidas cautelares alternativas. A decisão ocorre no momento em que o órgão ofereceu denúncia contra 16 pessoas, mas optou por não incluir Anabela no rol de denunciados nesta fase da Operação Erga Omnes.
De acordo com o documento assinado por promotores do GAECO, embora Anabela tenha sido indiciada em relatório policial, o Ministério Público avaliou que a persecução penal em relação a ela — e a outros quatro investigados detidos — ainda "não se encontra madura" para o oferecimento de uma peça acusatória formal.
Para garantir que a apuração prossiga sem prejuízos, o Ministério Público requereu ao Juiz da Vara de Delitos de Tráfico de Drogas a imposição das seguintes condições para a soltura:
Comparecimento periódico em juízo para informar atividades e atualizar endereço.
Proibição de contato com os demais investigados no processo.
Proibição de deixar a Comarca de Manaus sem autorização prévia.
Uso de monitoramento eletrônico (tornozeleira), visando evitar que os investigados se coloquem em local incerto.
Além de Anabela, outros nomes como Alcir Queiroga Teixeira Júnior e Sander Galdencio Candido de Brito também tiveram o pedido de soltura condicional formulado
O MPAM também solicitou a utilização de provas emprestadas de outros dois processos ocorridos em 2025, que incluem laudos periciais de drogas e dados extraídos de aparelhos celulares, para reforçar o contexto da investigação atual.




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