Manaus/AM - O Ministério Público do Amazonas (MPAM) criou um Grupo de Trabalho para apurar como os atos de vandalismo do último dia 8 de janeiro, data marcada por depredação das sedes dos 3 poderes em Brasilia, repercutiram no Amazonas.
O grupo é composto por seis membros que ficará responsável por identificar participantes nos atos golpistas e tomar providências cíveis e criminais contra quem participou das ações contra o resultado da eleição presidencial.
O procurador-geral de Justiça do Estado, Alberto Nascimento Júnior, é um dos membros do grupo que terá prazo de duração de seis meses, podendo ser prorrogado por mais seis meses.
No dia 8 de janeiro, em Manaus, além do acampamento bolsonarista em frente ao Comando Militar da Amazônia (CMA) ter sido reforçado, também houve tentativa de invasão da Refinaria de Manaus, que foi contida por agentes de segurança pública.
A criação do grupo de trabalho atende determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

