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Missão era apanhar o dinheiro

Pelo que foi apurado pela Policia, Adriano da Silva é um dos cabeças da quadrilha que sequestrou o empresário Wellington Lins.  Ele se  juntou  a um homem identificado como Carioca  para procurar Amarildo, que teria como missão no seqüestro apanhar o dinheiro. Por esse serviço  receberia a  quantia de R$ 5 mil, mas foi preso.
 

De acordo com depoimento de Amarildo,   depois de receberem o dinheiro do seqüestro Carioca  e Adriano voltariam para o Rio de Janeiro.

Foi  Amarildo,juntamente com Carioca, que apanhou  a mala com o dinheiro pago pelo resgate, deixado pela esposa da vítima na estrada do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.
A quadrilha ainda era composta por “Nici”, “Caio”, “Jeamy” e Moacyr Teixeira da Silva, o “Pajé”, todos ainda foragidos.

Apreensões

Nas investigações que já duram seis dias, a polícia apreendeu uma motocicleta Dafra/Speed, de cor vermelha, placa OAF 1006 e um Gol, azul, placas JWI 7289, da oficina mecânica de um homem identificado como “Alcino”, usado pela quadrilha para seqüestrar o empresário.


O moto e o Gol, foram apreendidos na rua 85, no bairro Terra Nova, Zona Norte de Manaus.


A mala em que foi colocado R$ 1 milhão pago pelo resgate foi abandonada pelos seqüestradores depois de descobrirem que ela continha um rastreador colocado pela polícia. A mala  foi encontrada em um terreno abandonado na rua 85B, no Francisca Mendes, também na Zona Norte da Cidade.

A mais nova apreensão da polícia foi ontem,  quando um telefonema anônimo levou os policiais a uma casa localizada na rua São Estevão, no Monte Pascoal, onde foram encontrados  cerca de R$ 300 mil do dinheiro pago pelo resgate.

A casa era da sogra de Moacyr Teixeira, o “Pajé”, ainda foragido, esposo de Camila Falcão, presa em flagrante, na madrugada de segunda-feira.

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