Atendendo a uma solicitação do Procurador do Ministério Público do Trabalho, Jorsinei Dourado do Nascimento,a desembargadora Valdenira Tomé determinou a interdição das áreas que ainda operavam no Porto Chibatão, na Colônia Oliveira Machado. A medida visa preservar a integridade física dos trabalhadores do Porto ameaçado por novos deslizamentos, segundo laudos do Serviço Geológico do Brasil-CPRM e do Instituto Municipal de Planejamento Urbano.
As novas rachaduras chegam a 40 centímetro de largura,segundo o procurador Jorsinei Dourado, autor da ação. O Chibatão tem 965 empregados, a maior parte utilizada nos descarregamentos de navios que ainda operavam no porto.
“É o princípio da precaução legal, quando não se sabe qual o risco ao trabalhador, as atividades são suspensas. Mas por causa da atividade econômica, os trabalhadores estavam sendo colocados de lado. A fissura no terreno, os novos deslizamentos e os outros acontecimentos são indícios de que não há condições adequadas ao trabalho”, justificou o procurador chefe do MPT, Jorsinei Dourado do Nascimento.
As novas rachaduras chegam a 40 centímetro de largura,segundo o procurador Jorsinei Dourado, autor da ação. O Chibatão tem 965 empregados, a maior parte utilizada nos descarregamentos de navios que ainda operavam no porto.
“É o princípio da precaução legal, quando não se sabe qual o risco ao trabalhador, as atividades são suspensas. Mas por causa da atividade econômica, os trabalhadores estavam sendo colocados de lado. A fissura no terreno, os novos deslizamentos e os outros acontecimentos são indícios de que não há condições adequadas ao trabalho”, justificou o procurador chefe do MPT, Jorsinei Dourado do Nascimento.

