Durante um discurso em que cobrou o direito de a Assembleia Legislativa apresentar emendas ao Orçamento, para evitar o que chamou de “relações promíscuas” entre parlamentares e o governador, com a destinação de recursos apenas através de acordos individuais, o deputado Luiz Castro (PPS) irritou o presidente da Casa, Belarmino Lins (PMDB) que o acusou de vestir um traje que não é próprio do parlamento. " Vossa Excelência vai para a tribuna e a conversa é uma,mas no pé de ouvido é outra. Eu lhe conheço muito bem, deputado, eu lhe trato bem”, declarou Belarmino.
Castro citou uma recente declarações a um jornal local, onde Belarmino explica que deputados negociavam o repasse de verbas para beneficiar alguma instituição filantrópica ou para obras nos municípios. E esse fato tinha sido interpretado, “por alguns”, como uma espécie de “mensalinho”.
“Quero, como presidente, prestar esclarecimentos a quem devo prestar esclarecimentos, que é a opinião pública. Essa matéria vinculada na imprensa, dando conta de procedimentos, não se trata de mensalinho ou mensalão. São iniciativas que podem acontecer com sucesso, ou não. Não há obrigatoriedade. E não vamos aproveitar desse momento para querer enlamear o poder do qual Vossa Excelência participa ao longo de 12 anos. E Vossa Excelência sabe como funciona o Poder Legislativo. Então, não se faça de i gnorante, porque Vossa Excelência não é. Vossa Excelência se veste aí de uma plumagem, de um traje que não é próprio do parlamento. Vossa Excelência vai para a tribuna e a conversa de pé de ouvido é outra. Eu lhe conheço muito bem, deputado, eu lhe trato bem”, declarou Belarmino.
Em resposta, Castro afirmou, dirigindo-se a Belarmino: “Eu lhe trato bem, eu o respeito como presidente, mas não participo desse sistema das emendas e Vossa Excelência sabe disso”. Belarmino continuou, interrompendo Castro: “Vossa Excelência tem dois comportamentos e mais de dois discursos: um na tribuna e outro de pé de ouvido e Vossa Excelência sabe disso”. Castro continuou dizendo que nunca foi “a favor desse processo” de “emenda entre aspas” e Belarmino encerrou a discussão com o prosseguimento da sessão plenária.
Durante o discurso, Castro garantiu que em todos os Estados, os deputados podem apresentar emendas parlamentares ao orçamento, menos no Amazonas. Fez questão de explicar que o repasse de verbas a pedido de deputados, “interpretado por alguns como mensalinho”, não era a sua opinião. “Eu não interpretei dessa forma. Não me referi dessa maneira à entrevista e declarações na imprensa, porque não observei, em nenhum momento, que o presidente Belarmino tivesse dito que cada parlamentar receberia diretamente determinado valor. Eu compreendi perfeitamente que ele afirmou, que o deputado teria opção de definir a destinação desses recursos”, explicou.
Castro citou uma recente declarações a um jornal local, onde Belarmino explica que deputados negociavam o repasse de verbas para beneficiar alguma instituição filantrópica ou para obras nos municípios. E esse fato tinha sido interpretado, “por alguns”, como uma espécie de “mensalinho”.
“Quero, como presidente, prestar esclarecimentos a quem devo prestar esclarecimentos, que é a opinião pública. Essa matéria vinculada na imprensa, dando conta de procedimentos, não se trata de mensalinho ou mensalão. São iniciativas que podem acontecer com sucesso, ou não. Não há obrigatoriedade. E não vamos aproveitar desse momento para querer enlamear o poder do qual Vossa Excelência participa ao longo de 12 anos. E Vossa Excelência sabe como funciona o Poder Legislativo. Então, não se faça de i gnorante, porque Vossa Excelência não é. Vossa Excelência se veste aí de uma plumagem, de um traje que não é próprio do parlamento. Vossa Excelência vai para a tribuna e a conversa de pé de ouvido é outra. Eu lhe conheço muito bem, deputado, eu lhe trato bem”, declarou Belarmino.
Em resposta, Castro afirmou, dirigindo-se a Belarmino: “Eu lhe trato bem, eu o respeito como presidente, mas não participo desse sistema das emendas e Vossa Excelência sabe disso”. Belarmino continuou, interrompendo Castro: “Vossa Excelência tem dois comportamentos e mais de dois discursos: um na tribuna e outro de pé de ouvido e Vossa Excelência sabe disso”. Castro continuou dizendo que nunca foi “a favor desse processo” de “emenda entre aspas” e Belarmino encerrou a discussão com o prosseguimento da sessão plenária.
Durante o discurso, Castro garantiu que em todos os Estados, os deputados podem apresentar emendas parlamentares ao orçamento, menos no Amazonas. Fez questão de explicar que o repasse de verbas a pedido de deputados, “interpretado por alguns como mensalinho”, não era a sua opinião. “Eu não interpretei dessa forma. Não me referi dessa maneira à entrevista e declarações na imprensa, porque não observei, em nenhum momento, que o presidente Belarmino tivesse dito que cada parlamentar receberia diretamente determinado valor. Eu compreendi perfeitamente que ele afirmou, que o deputado teria opção de definir a destinação desses recursos”, explicou.

