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Juiza se acautela é não concede liminar que pedia bloqueio de pagamentos à Emparsanco

A juíza Patrícia Chacon de Oliveira Loureiro, da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal, se acautelou  em relação a conceder a liminar solicitada pelos deputados  José Ricardo e o Francisco Praciano, para suspender o contrato, os aditivos e os pagamentos da Prefeitura de Manaus  à  Emparsanco.




Na ação popular interposta pelos parlamentares figuram, além da construtora, o secretrário Américo Gorayeb Júnior, Sérvio Túlio Xerez de Mattos, Ezequiel Guimarães Marques, José Almir Inácio Oliveira, Leona Motta da Rocha Lopes e o prefeito Amazonino Mendes.

No despacho a magistrada determinou que o município de Manaus  apresente resposta a demanda.

Entenda o caso

A empresa Emparsanco executou ações emergenciais de tapa-buracos na cidade, entre outubro de 2009 e março de 2010, no valor de R$ 69 milhões, com mais um aditivo de R$ 17 milhões, totalizando R$ 87 milhões. A cinco meses de terminar o contrato com o executivo municipal parecia que nada havia sido feito.

A Ação Popular partiu do relatório técnico de vistoria realizado pelo Departamento de Engenharia do Tribunal de Contas do Estado (TCE), a partir de representação feita pelo deputado José Ricardo ao Tribunal, em maio de 2010, sugerindo que o órgão fizesse inspeção e auditoria nessas obras emergenciais.

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