A Polícia Civil do Amazonas irá receber na primeira quinzena do mês de abril, por meio de recurso disponibilizado pelo Governo Federal, a partir de convênio firmado em 2012 entre o Ministério da Justiça, a Secretaria Nacional de Segurança Pública e Secretaria de Segurança Pública do Estado, um Espectrofotômetro Infravermelho FTIR-660, destinado ao Laboratório Químico Toxicológico e Laboratório de Biologia, Bioquímica e Toxicologia do Instituto de Criminalística do Estado.
Avaliado em R$ 200 mil, o equipamento será utilizado na análise de amostras sólidas, líquidas, pastosas, como alimentos e alguns produtos químicos e farmacêuticos, segundo o Diretor do IC da Polícia Civil no Amazonas, Carlos Fernandes.
De acordo com Fernandes, a nova aquisição representa um avanço na área de perícia química e bioquímica forense da Polícia Civil no Estado, possibilitando a análise de amostras encontradas em locais de crimes, de produtos contaminados e na elucidação de homicídios ou suicídios provocados pela ingestão de produtos químicos, por exemplo.
“Esse convênio prevê outros equipamentos na área de informática forense, além de insumos e consumíveis para outros setores, com o Laboratório de DNA, perícias em locais de crimes contra a vida e setor de Balística Forense. As aquisições trarão mais precisão nas coletas de evidências, confiabilidade aos resultados e robustez na elaboração dos laudos”, destacou Carlos Fernandes.
Para o Delegado Geral de Polícia Civil do Amazonas, Josué Rocha, esses novos equipamentos representam um grande avanço ao trabalho que vem sendo desenvolvido pela nova gestão da instituição, por meio do Departamento de Polícia Técnico-Científica, que compreende os Institutos de Identificação, Médico Legal e de Criminalística.
“Essas novas aquisições e investimentos que estão sendo feitos no setor irão proporcionar maior precisão às provas técnicas e consequentemente um inquérito melhor elaborado. A investigação fica completa com a prova técnica, que irá sustentar o inquérito policial encaminhado ao representante do Judiciário, que por sua vez, julgará a autoria do crime com maior propriedade”, pontuou.

