Manaus/AM - Mais de 1,2 milhão (33,7%) de pessoas dos mais 3.690.367 milhões (86,39%) já recenseadas no Amazonas, vive em aglomerado subnormal. O índice é superior ao nacional onde 12,3 milhões (7%) do total já recenseado de 168.018.345 milhões, vive nessa situação que pela primeira vez foi contabilizada pelo Censo Demográfico 2022 do IBGE.
Os aglomerados subnormais, definidos como as “ocupações irregulares de terrenos para fins de habitação em áreas urbanas e que, em geral, são caracterizados por um padrão urbanístico irregular, carência de serviços públicos básicos e localização em áreas restritas à ocupação”.
A informação está no quarto balanço da coleta do Censo Demográfico divulgado hoje (6) em nível nacional.
Os dados do Estado foram destacados pelo supervisor de disseminação de informações do IBGE no Amazonas, Adjalma Jaques.
No total, o censo já contabilizou no Amazonas 3.690.367 do total de pessoas estimado, das quais 474.914 mil, o equivalente a 31,89%, identificaram-se como indígenas.
Desde o início do trabalho de coleta no país, em 1º de agosto, até o dia 05 de dezembro, foram recenseadas 168.018.345 pessoas no país, em 59.192.875 domicílios no país, total corresponde a 78,73% da população estimada do país.
Desse total, 48,4% da população recenseada eram homens e 51,6% eram mulheres.
Destas, 29,43% estavam na região Nordeste, 39,54% no Sudeste, 14,76% no Sul, 8,79% no Norte e 7,44%no Centro-Oeste.
Com maior proporção de pessoas recenseadas em relação a população estimada, o Piauí já tem 96,2% do censo concluído, seguido por Sergipe (91,2%) e Rio Grande do Norte (89,8%). Os menos adiantados são Mato Grosso (65,9%), Amapá (66,9%) e Espírito Santo (70,67%).
De um total de 452.246 setores censitários urbanos e rurais do país, 427.689 estão sendo trabalhados (94,6% do total).
O estado mais adiantado em termos de percentual de setores trabalhados é o Piauí (99,96%), seguido por Rio Grande do Norte (99,65%) e Pernambuco (99,59%). Já os estados de Mato Grosso (84,05%), Acre (89,07%) e Roraima (90,48%) são os com menor percentual de setores trabalhados.
Além disso, 1.489.003 indígenas e 1.208.702 quilombolas já foram recenseados em todo o país.



