Um homem completamente nu e com golpes de faca no peito e garganta, foi encontrado por banhistas no final da tarde de domingo, dentro de um terreno baldio nas imediações da “Prainha” do balneário da Ponta Negra, na Zona Oeste de Manaus. O cadáver estava perto de um barranco que dá acesso para a praia e foi encontrado de peito para baixo, sem apresentar rigidez total, o que levou a polícia a deduzir que o assassinato aconteceu entre as últimas horas da noite de sábado e madrugada de domingo.

Os policiais e peritos isolaram a área em volta do cadáver,fizeram uma busca geral no matagal a procura de algum objeto que pudesse ser usado como pista ou identificar a arma do crime, mas foram encontrados apenas alguns pedaços de plásticos usados para embalagem de papelotes de pasta base de cocaína. No terreno, muitas embalagens de preservativos e garrafas secas de bebida alcoólica.

Vendedores de guloseimas, cervejas e refrigerantes que trabalham no calçadão da Ponta Negra, perto de um portão de entrada para o terreno baldio onde o corpo foi encontrado, disseram para os policiais que ali sempre foi local de orgias sexuais, de droga e muitos bacanais entre pessoas desconhecidas que vão para o balneário principalmente no fim de semana.

COMO FOI
O cabo Vanderlan Vital e o soldado PM João Amaral, da 19ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) patrulhavam a estrada da Ponta Negra, por volta das 16h40 quando banhistas assustados foram na direção deles para informar que tinham acabado de encontrar um cadáver no terreno baldio. Assim que confirmaram o homicídio os policiais militares acionaram a Delegacia de Homicídios, Perícia do Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal. O cadáver foi examinado no local e confirmado que a vítima, aparentando pouca idade, no máximo 20 anos, tinha pelo menos 10 perfurações provocadas por arma branca no peito e pescoço, além de haver, disse um dos peritos, um forte indício de ter sofrido violência sexual, pois estava completamente despido e sua cueca foi encontrada há vários metros de onde o corpo estava.

Suspeita de homofobia
Ainda não está confirmado mas ainda no terreno baldio quando a polícia já se preparava para deixar o local e o corpo estava para ser removido, algumas pessoas apareceram e disseram que não sabiam o nome do homem morto, mas relataram que já o tinham visto no balneário e seu comportamento indicava se, supostamente, homossexual.

Um comerciante de bebidas , que não quis se identificar, chegou a dizer que vendeu cerveja para a vítima no começo da noite de sábado e deu uma boa pista, ao confirmar que ele estava acompanhado na Ponta Negra, com pelo menos cinco outros homens desconhecidos. Até às 18h30 o homem assassinado e que teve o cadáver oculto no terreno baldio da Ponta Negra, permanecia sem identificação no IML.
Os policiais e peritos isolaram a área em volta do cadáver,fizeram uma busca geral no matagal a procura de algum objeto que pudesse ser usado como pista ou identificar a arma do crime, mas foram encontrados apenas alguns pedaços de plásticos usados para embalagem de papelotes de pasta base de cocaína. No terreno, muitas embalagens de preservativos e garrafas secas de bebida alcoólica.
Vendedores de guloseimas, cervejas e refrigerantes que trabalham no calçadão da Ponta Negra, perto de um portão de entrada para o terreno baldio onde o corpo foi encontrado, disseram para os policiais que ali sempre foi local de orgias sexuais, de droga e muitos bacanais entre pessoas desconhecidas que vão para o balneário principalmente no fim de semana.
COMO FOI
O cabo Vanderlan Vital e o soldado PM João Amaral, da 19ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) patrulhavam a estrada da Ponta Negra, por volta das 16h40 quando banhistas assustados foram na direção deles para informar que tinham acabado de encontrar um cadáver no terreno baldio. Assim que confirmaram o homicídio os policiais militares acionaram a Delegacia de Homicídios, Perícia do Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal. O cadáver foi examinado no local e confirmado que a vítima, aparentando pouca idade, no máximo 20 anos, tinha pelo menos 10 perfurações provocadas por arma branca no peito e pescoço, além de haver, disse um dos peritos, um forte indício de ter sofrido violência sexual, pois estava completamente despido e sua cueca foi encontrada há vários metros de onde o corpo estava.
Suspeita de homofobia
Ainda não está confirmado mas ainda no terreno baldio quando a polícia já se preparava para deixar o local e o corpo estava para ser removido, algumas pessoas apareceram e disseram que não sabiam o nome do homem morto, mas relataram que já o tinham visto no balneário e seu comportamento indicava se, supostamente, homossexual.
Um comerciante de bebidas , que não quis se identificar, chegou a dizer que vendeu cerveja para a vítima no começo da noite de sábado e deu uma boa pista, ao confirmar que ele estava acompanhado na Ponta Negra, com pelo menos cinco outros homens desconhecidos. Até às 18h30 o homem assassinado e que teve o cadáver oculto no terreno baldio da Ponta Negra, permanecia sem identificação no IML.

