Manaus/AM- Desde as primeiras horas desta quarta-feira, 16, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, acompanhou e interveio na paralisação dos trabalhadores do Serviço de Transporte Coletivo na capital, que por volta das 8h30, obstruíram o Terminal de Integração da avenida Constantino Nery (T1), por onde passam as principais linhas de ônibus em direção ao centro da cidade. Em contato direto com as lideranças do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários de Manaus (STTR), Arthur conseguiu o recuo da categoria, que por volta das 11h começou a liberar o terminal.
Segundo o prefeito não se justifica uma medida com esse impacto social embasada na justíssima solidariedade aos trabalhadores do transporte especial, que mais cedo fizeram uma paralisação na avenida Autaz Mirim, na zona Leste. Arthur criticou o ato e declarou preferir não acreditar em vinculações político-partidárias e, portanto, eleitoreiras.
Arthur denunciou ainda a crise da segurança pública em Manaus. "As polícias são boas. O secretário Sérgio Fontes é bom, mas falta o general, um governador legítimo, eleito pelo voto popular, com pulso para enfrentar e derrotar o crime em nossa cidade". Disse mais: "não dá é para a população ser punida desse jeito”.
Ainda sobre os rodoviários, o prefeito os conclamou a promover a linha pacífica dos atos públicos em praças públicas.
Entre as medidas adotadas pela Prefeitura de Manaus para minimizar o impacto da paralisação, o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) reforçou a presença dos seus agentes nos principais cruzamentos da avenida Constantino Nery e outras vias do Centro. A faixa exclusiva do transporte coletivo – Faixa Azul – foi liberada de 9h45 até o meio-dia, período necessário para que o fluxo no trânsito fosse normalizado. A Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) também colocou seus fiscais em atuação na área.

