O processo foi primeiro para a 3ª Vecute, mas o juiz Julião Lemos Sobral Júnior entendeu que a 2ª Vecute era prevento no feito. Lá, o juiz Mauro Antony se julgou suspeito e determinou a redistribuição à 1ª Vecute, onde o caso caminhou, mas no dia 8 de novembro, no decorrer de audiência de instrução e julgamento, o juiz José Ribamar Costa Soares reconheceu o acusado como ex-estagiário da Vara de Entorpecentes, e argüiu também sua suspeição.
Os autos do processo voltaram a ser encaminhado à 3ª Vecute, mas o juiz, Julião Lemos, no último dia 6, arguiu sua suspeição para atuar nos autos.
O processo do homem que foi uma das testemunhas do Ministério Público, contra Walber Nascimento, e estava até ontem no Instituto Penal Antônio Trindade, voltou a 1ª Vecute, onde a juíza Mirza Telma de Oliveira Cunha resolveu colocá-lo em liberdade, reconhecendo o excesso de prazo. Veja acima toda a história, documentada, de um caso inusitado de omissão da Justiça e de quando o crime vale a pena.

