Alegando que o encarceramento de Hebert Bastos Andrade, flagrado na tarde do dia 23 de abril por policiais da Força Especial de Repressão a Assaltos (FERA) com 26 quilos de cocaína ultrapassou o limite estabelecido pela jurisprudência, " " o que eiva de vício a sua segregação", a juiza Mirza Telma de Oliveira Cunha relaxou a prisão do traficante e da namorada dele, Nayla Kyane. Presos há oito meses, os acusados não foram a julgamento. Hebert Bastos foi beneficiado pelo fato de ser amigo de infância ou de ter estagiado com três juizes que assumiram o caso e se julgaram suspeitos.
O processo foi primeiro para a 3ª Vecute, mas o juiz Julião Lemos Sobral Júnior entendeu que a 2ª Vecute era prevento no feito. Lá, o juiz Mauro Antony se julgou suspeito e determinou a redistribuição à 1ª Vecute, onde o caso caminhou, mas no dia 8 de novembro, no decorrer de audiência de instrução e julgamento, o juiz José Ribamar Costa Soares reconheceu o acusado como ex-estagiário da Vara de Entorpecentes, e argüiu também sua suspeição.
Os autos do processo voltaram a ser encaminhado à 3ª Vecute, mas o juiz, Julião Lemos, no último dia 6, arguiu sua suspeição para atuar nos autos.
O processo do homem que foi uma das testemunhas do Ministério Público, contra Walber Nascimento, e estava até ontem no Instituto Penal Antônio Trindade, voltou a 1ª Vecute, onde a juíza Mirza Telma de Oliveira Cunha resolveu colocá-lo em liberdade, reconhecendo o excesso de prazo. Veja acima toda a história, documentada, de um caso inusitado de omissão da Justiça e de quando o crime vale a pena.
O processo foi primeiro para a 3ª Vecute, mas o juiz Julião Lemos Sobral Júnior entendeu que a 2ª Vecute era prevento no feito. Lá, o juiz Mauro Antony se julgou suspeito e determinou a redistribuição à 1ª Vecute, onde o caso caminhou, mas no dia 8 de novembro, no decorrer de audiência de instrução e julgamento, o juiz José Ribamar Costa Soares reconheceu o acusado como ex-estagiário da Vara de Entorpecentes, e argüiu também sua suspeição.
Os autos do processo voltaram a ser encaminhado à 3ª Vecute, mas o juiz, Julião Lemos, no último dia 6, arguiu sua suspeição para atuar nos autos.
O processo do homem que foi uma das testemunhas do Ministério Público, contra Walber Nascimento, e estava até ontem no Instituto Penal Antônio Trindade, voltou a 1ª Vecute, onde a juíza Mirza Telma de Oliveira Cunha resolveu colocá-lo em liberdade, reconhecendo o excesso de prazo. Veja acima toda a história, documentada, de um caso inusitado de omissão da Justiça e de quando o crime vale a pena.



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