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Ex-prefeito e irmão são interrogados por matar prefeito com 36 tiros em Manaus

Ex-prefeito e irmão são interrogados por matar prefeito com 36 tiros em Manaus
Ex-prefeito e irmão são interrogados por matar prefeito com 36 tiros em Manaus

Manaus/AM - No segundo dia de julgamento da morte do ex-prefeito de Novo Aripuanã Adiel Meira de Santana, foram interrogados por videoconferência dois acusados do crime, Hilton Laborda Pinto, que era vice de Adiel na época, e Olimpio Laborda Pinto, irmão de Hilton. O crime aconteceu em agosto de 2002 no estacionamento da Praça do Dom Pedro, na Zona Centro-Oeste de Manaus, enquanto a vítima estacionava o carro ao lado da namorada; Adiel foi atingido com 36 tiros.

Após os interrogatórios, a juíza Ana Paula Braga Bussulo suspendeu a Sessão para o almoço, retomando os trabalhos com o início dos debates, sendo que o Ministério Público teve 2h30 para apresentar sua tese, com tempo igual para as defesas. Os debates começaram às 15h45 e, somente a Promotoria deve fazer sua parte nesta terça-feira. A juíza ainda não definiu se a sessão continuará na quarta-feira. 

Após as cinco horas de debates havendo pedido de réplica, cada parte terá mais duas horas entre réplica e tréplica. 

O julgamento iniciou na segunda-feira (7) e a Ação Penal tendo como réus: Hilton Laborda Pinto, Olímpio Laborda Pinto, Sileno da Silva Araújo, Luiz Otávio Rodrigues Pereira e Antônio Péricles Laborda Pinto, acusados da morte de Adiel Meira de Santana, crime ocorrido em 28 de agosto de 2002, na Praça de Alimentação do Conjunto Dom Pedro, na zona Centro-Oeste de Manaus.

Outros três réus - Edmundo Barbalho Pinto Júnior, Francisco das Chagas de Oliveira e Raimundo Erasmo Alecrim Ribeiro - morreram no decorrer Ação Penal e tiveram extinta a punibilidade.

No primeiro dia a sessão foi iniciada por volta das 10h com o sorteio dos jurados e, em seguida, a juíza presidente leu os requerimentos do Ministério Público e das defesas dos réus. Logo depois, começou a fase de depoimentos das testemunhas. A primeira testemunha ouvida foi Aminadab Meira de Santana, irmão da vítima, cujo depoimento levou pouco mais de uma hora. A segunda, também arrolada pela acusação, era do Município de Novo Aripuanã e deveria ter sido ouvida nesta segunda-feira por videoconferência, mas não foi localizada. O Ministério Público, então, insistiu na leitura do depoimento dessa, prestado ainda na fase de audiência de instrução, que na época não era no formato atual (gravado) – o depoimento transcrito possui quase 500 páginas -, o que foi feito por um oficial de Justiça, em plenário. A leitura foi concluída por volta das 13h30, quando a sessão foi suspensa para o almoço, sendo retomada por volta 14h30.

Somente um dos réus, Sileno Araújo, está presente no Plenário.

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