O empresário Jefferson Kennedy da Silva Moraes, filho de Cícero Brasiliano, dono do Café do Norte, que teve o julgamento anulado em junho pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas, está recorrendo ao Superior Tribunal de Justiça para evitar ser levado a Júri Popular outra vez.
Jefferson é acusado de matar com um tiro o técnico em eletrônica Mário Jorge Alves Amâncio, no dia 22 de outubro de 2007, durante a realização da Feira Agropecuária. O empresário foi preso, mas ganhou a liberdade quando o juiz Hugo Levi, que dois anos depois presidiu o julgamento que terminou anulado pelo Tribunal de Justiça, ao identificar vícios na conduta de promotor e jurados - o absolveu
Entenda o caso.
Jefferson Kennedy foi levado ao Tribunal do Júri em 22 de outubro de 2009 , sendo absolvido por unanimidade pelo conselho de sentença, mas a acusação recorreu. A Primeira Câmara Criminal entendeu que a ausência de testemunhas de acusação e o papel dúbio do Ministério Público influíram no resultado do julgamento e que a sua nulidade era flagrante.
Atuaram no processo os promotores de Justiça David Jerônimo e Walber Nascimento, denunciados pela mãe da vitima, Maria Regina Alves, ao Conselho Nacional do Ministério Público.
Jefferson é acusado de matar com um tiro o técnico em eletrônica Mário Jorge Alves Amâncio, no dia 22 de outubro de 2007, durante a realização da Feira Agropecuária. O empresário foi preso, mas ganhou a liberdade quando o juiz Hugo Levi, que dois anos depois presidiu o julgamento que terminou anulado pelo Tribunal de Justiça, ao identificar vícios na conduta de promotor e jurados - o absolveu
Entenda o caso.
Jefferson Kennedy foi levado ao Tribunal do Júri em 22 de outubro de 2009 , sendo absolvido por unanimidade pelo conselho de sentença, mas a acusação recorreu. A Primeira Câmara Criminal entendeu que a ausência de testemunhas de acusação e o papel dúbio do Ministério Público influíram no resultado do julgamento e que a sua nulidade era flagrante.
Atuaram no processo os promotores de Justiça David Jerônimo e Walber Nascimento, denunciados pela mãe da vitima, Maria Regina Alves, ao Conselho Nacional do Ministério Público.

