A juíza Carla Priscilla Silva Nobre, da 15ª Vara do Trabalho de Manaus, condenou o Chibatão Navegação Comércio Ltda, a pagar R$ 504 mil a Ryan Mayan Maia Azevedo, de apenas 1 ano e 6 meses, filho do vigilante Rômulo Luiz da Silva Azevedo, 23, que morreu depois de ser arrastado e esmagado no pátio da empresa por um Truck Máster (cavalo mecânico) em sua motocicleta, de placa JXL 7251, quando chegava ao trabalho por volta de 06h45, do dia 2 de março.
Em depoimento prestado no dia 9 deste mês na 15ª Vara do Trabalho de Manaus, o vigilante Raychneider de Medeiros Correa afirmou que o motociclista chegava a empresa quando o motorista do “cavalo”, identificado apenas por “Papa”, manobrava para sair do local e invadiu a contramão da via vindo a colidir com a moto de Rômulo.
A testemunha afirmou ainda que enquanto prestava socorro à vítima o motorista evadiu-se do local. O vigilante garantiu que duas ou três semanas após o acidente encontrou "Papa" na avenida Constantino Nery, e que este lhe disse “que tinha dormido ao volante” . Ao atingir Rômulo, em vez de apertar o freio, apertou o acelerador, teria confessado o motorista.
O vigilante disse ainda que foi demitido por justa causa ao decidir depor na delegacia a respeito do acidente.

