Com a presença de lideranças tucanas de todo o País, o ex-senador Arthur Neto foi homenageado esta manhã com a medalha de Ouro da Cidade de Manaus, oferecida pela Câmara de Vereadores. Emocionado, Arthur chorou. Falou do custo Amazonas - falta de infra-estrutura, preço do gás, falta de energia para abastecer as indústrias - e advertiu para os riscos da falência do modelo Zona Franca.
Arthur criticou as elites politicas dominantes no Estado, que segundo ele estão presas a um presente de olho no passado.
- Eu não consigo pensar que sem uma repactuação clara do modelo, envolvendo a sociedade e que resulte em um acordo, a ZFM, que hoje é responsável pela preservação 95% da floresta, possa continuar existindo. "As coisas estáo caminhando para um beco sem saída. Há um emaranhado de leis, não temos parado para estuda esse choque de leis. E disse que o Amazonas precisa deixar o complexo de coitadísmo, achando que sempre a culpa é dos outros.
O ex-candidato a presidente e ex-governador de São Paulo, José Serra, que discursou momentos antes, disse que Arthur faz falta ao Brasil, ao Amazonas e ao Congresso Nacional. E que, ao contrário dele, que primeiro pensa para falar, Arthur pensa falando.
Horas antes, em entrevista ao jornal da CBN em Manaus, Arthur disse que teve o mandato "tirado" por um grupo politico, contra a vontade dos eleitores, e que está lutando para reavê-lo.
O ex-senador não descartou a possibilidade de sair candidato a prefeito de Manaus. "A pressão no PSDB é grande", confessou ele, mas admitiu que o executivo não é sua praia. Falou do isiolamento que significa estar em Portugal, servindo a embaixada brasileira e da saudade que tem dos amigos e do exercicio da politica.
Arthur criticou as elites politicas dominantes no Estado, que segundo ele estão presas a um presente de olho no passado.
- Eu não consigo pensar que sem uma repactuação clara do modelo, envolvendo a sociedade e que resulte em um acordo, a ZFM, que hoje é responsável pela preservação 95% da floresta, possa continuar existindo. "As coisas estáo caminhando para um beco sem saída. Há um emaranhado de leis, não temos parado para estuda esse choque de leis. E disse que o Amazonas precisa deixar o complexo de coitadísmo, achando que sempre a culpa é dos outros.
O ex-candidato a presidente e ex-governador de São Paulo, José Serra, que discursou momentos antes, disse que Arthur faz falta ao Brasil, ao Amazonas e ao Congresso Nacional. E que, ao contrário dele, que primeiro pensa para falar, Arthur pensa falando.
Horas antes, em entrevista ao jornal da CBN em Manaus, Arthur disse que teve o mandato "tirado" por um grupo politico, contra a vontade dos eleitores, e que está lutando para reavê-lo.
O ex-senador não descartou a possibilidade de sair candidato a prefeito de Manaus. "A pressão no PSDB é grande", confessou ele, mas admitiu que o executivo não é sua praia. Falou do isiolamento que significa estar em Portugal, servindo a embaixada brasileira e da saudade que tem dos amigos e do exercicio da politica.



