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Após reabrir comércio, Governo dita regras para empresários no Amazonas

Sob pena de fechar de novo

Após reabrir comércio, Governo dita regras para empresários no Amazonas
Após reabrir comércio, Governo dita regras para empresários no Amazonas

Manaus/AM - Após uma série de protestos e um sábado caótico que repercutiram no país inteiro, o governador Wilson Lima decidiu reabrir o comércio no estado, mas chamou empresários e lojistas para a responsabilidade. Lima estabeleceu que os comércios deverão controlar a lotação nos espaços e determinou que os empresários terão que prestar apoio médico ao funcionário que contrair covid-19:

"Para evitar aglomeração no transporte público, terão máscaras disponíveis, além de álcool em gel. Dentro dos estabelecimentos comerciais foi reforçada a necessidade de ter apenas 50% de pessoas da capacidade, apoio médico para os funcionários que pegarem Covid-19 durante o vínculo trabalhista. Os membros dessas associações irão participar das fiscalizações na nossa CIF", pontuou.

O governador pediu ainda que os empresários divulguem em seus comerciais na TV, medidas de conscientização e prevenção. Ele também avisou que ao término dos 15 dias de decreto, a situação dos casos de covid no estado serão reavaliados e caso haja aumento, um novo fechamento do comércio pode acontecer:

"Esse nosso decreto começa a valer a partir de segunda-feira, até o dia 11 de janeiro. Se nós tivermos um nível menor, abaixo de 85% de ocupação de leitos de UTI, há possibilidade da gente aumentar a nossa flexibilização. No entanto, se a gente tiver um aumento desse percentual, a gente vai sentar pra reunir e entender quais novas decisões e restrições nós vamos adotar", destacou.

A flexibilização ocorreu após uma reunião entre o governador e representantes do comércio que entrou pela madrugada. A categoria se revoltou com o impacto que o decreto iria provocar na economia local, justamente na época de fim de ano, considerada o ápice de vários setores do comércio. Foi necessário que os trabalhadores fossem para as ruas e parassem Manaus em vários pontos para chamar a atenção do Governo para a situação.

 

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