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Amazonas tem alta na exportação de motocicletas para os EUA

Balança comercial

Amazonas tem alta na exportação de motocicletas para os EUA
Amazonas tem alta na exportação de motocicletas para os EUA

As exportações de motocicletas do Amazonas para os Estados Unidos (EUA) cresceram 141% no comparativo de fevereiro de 2020 com Fevereiro/2021. É o que revela a análise feita pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), tendo como base de dados, a Balança Comercial do Amazonas de Fevereiro/2021.

No relatório, o item “motocicletas” foi o segundo produto mais exportado, com o volume de US$ 8,8 milhões, equivalente a 12,9% do total, e foi o responsável por 50,11% das aquisições desse produto.

Em um contexto geral, em relação a  fevereiro de 2020, a Balança Comercial do Amazonas em fevereiro deste ano apresentou crescimento nas exportações de 30%; em comparação com Janeiro/2021, elas tiveram redução de 5,23%. Os valores exportados alcançaram cifras de US$ 68 milhões.

Novamente, a Venezuela foi o principal destino das exportações amazonenses, o equivalente a 23% do total, e responsável pelo volume de US$ 16 milhões. O item “óleo de soja” foi o principal produto exportado para o país vizinho e teve participação de 23% das exportações.

Considerado isoladamente, o produto mais exportado em fevereiro aparece como “outras preparações alimentícias” (itens para elaboração de bebidas), com o montante de US$ 13 milhões, equivalente a 19% do total exportado. A Bolívia foi o principal destino desse item, com a participação de 41% da exportação.

Já a Alemanha continua comprando “ouro manufaturado” do Amazonas com participação de 78% do produto, que foi o terceiro mais exportado, registrando a cifra de US$ 7,9 milhões, equivalente a 11%.

Importação 

As importações para o estado do Amazonas em Fevereiro/2021 registraram o volume de US$ 945 milhões, um aumento de 24% na comparação com Fevereiro/2020, e de 1,14% na comparação com janeiro de 2021. A China se mantém como principal origem das importações, responsável pelo valor de US$ 424 milhões, o que representa a participação 44% das importações totais do Amazonas.

O principal produto importado aparece na lista como “outras partes destinadas aos aparelhos transmissores”, no valor de US$ 131 milhões, o equivalente a 13% das importações. Desse total, cerca de 85% foram originários da China. O item “processadores e controladores” consta no relatório como o segundo produto mais importado, alcançando cifras de US$ 82 milhões, e com participação de 8% sendo a China a origem de 37% das compras desse produto.

Corrente de Comércio

 Em fevereiro, a Corrente de Comércio do estado do Amazonas (soma das importações com as exportações) totalizou US$ 1.013,46 milhões, uma variação de +24,8% na comparação com fevereiro de 2020 e de -0,69%, em relação a janeiro de 2021. O saldo em fevereiro foi de US$ -877 milhões.

Municípios do interior

Quanto aos municípios do interior, a Balança Comercial de Fevereiro/2021 destaca Presidente Figueiredo como o maior município exportador, responsável pelo montante de US$ 6 milhões. O município exportou o produto “ferro-ligas” para a China. Já o segundo colocado foi Itacoatiara, com cifras de US$ 1 milhão, com a exportação de “madeira serrada” para a Holanda.

Nas importações, influenciado pelas operações de empresas do setor de extração de gás natural, o município de Silves se destacou como maior importador, registrando o volume de US$ 3 milhões. A Argentina foi o maior parceiro comercial com o produto “máquinas e aparelhos mecânicos”.

Itacoatiara ficou em segundo lugar nas importações, com o valor de US$ 364 mil, tendo o Canadá como principal local de origem das importações do item “outros motores e máquinas motrizes”, como principal produto.

Balança Comercial 

A Balança Comercial do Amazonas é um dos estudos produzidos pelo Departamento de Estudos, Pesquisas e Informações (Depi) da Secretaria Executiva de Planejamento (Seplan) da Sedecti. O estudo tem como fonte principal de informação a Secretaria de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais (Secint) do Ministério da Economia (ME).

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