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Amazonas não possui casos de reações adversas graves por vacinas contra Covid; diz Governo

Amazonas não possui casos de reações adversas graves por vacinas contra Covid; diz Governo
Amazonas não possui casos de reações adversas graves por vacinas contra Covid; diz Governo

Manaus/AM - Com mais de 6 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 aplicadas no estado, o Governo do Amazonas informa que não há registros de eventos adversos graves ocasionados pelo imunizante. A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS) orienta nesta quinta-feira (10), em relação à aplicação de doses em crianças de 5 a 11 anos.

De acordo com a diretora-presidente da FVS, Tatyana Amorim, o Amazonas não registrou, desde o início da vacinação, eventos adversos graves em decorrência da vacinação contra Covid-19: “A Secretaria de Estado de Saúde, por meio da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, vem informar e tranquilizar a todos, principalmente ao pais de crianças da faixa etária de 5 a 11 anos, que não temos notificados eventos adversos graves relacionados à vacinação de prevenção à Covid-19”, enfatizou.

Com a volta às aulas, a diretora-presidente da FVS-RCP reforça a importância de vacinar o público infantil. “Agora, com o retorno às aulas, é mais importante ainda que nossos filhos estejam vacinados, nossas crianças de 5 a 11 anos estejam vacinadas. Sendo assim, pais, mães e responsáveis, acreditem na vacina, e vamos vacinar, porque a vacina é um ato de amor”, disse.

Orientações – A infectologista pediátrica Solange Dourado, coordenadora do Crie, orienta os pais e responsáveis com relação aos cuidados que podem ser adotados antes e após a aplicação de doses em crianças de 5 a 11 anos.

“Para trazer as crianças para a vacinação, a única orientação é que a criança não esteja com quadro agudo, ou seja, não esteja doente recentemente com quadro de febre, gripe. Evitar trazer a criança se ela estiver com quadro assim. A gente espera melhorar um pouquinho, e quando a criança estiver bem, pode vacinar. Essa é a única orientação”, informou a coordenadora do Crie.

 

 

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