O Amazonas já aparece nos levantamentos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), como um dos estados que mais desmatam suas florestas. O fato é novo e esvazia, em parte, o discurso de que a Zona Franca de Manaus tem contribuído para evitar a derrubada de árvores em larga escala na região.
De acordo com oONOE, de setembro a outro a taxa de desmatamento no Estado cresceu 85,4%85,4%, especialmente no sul do estado, na divisa com o Acre.
No mesmo período, o crescimento foi de 81,2% em Rondônia, de 139,6% no Maranhão e de 458% em Tocantins, que desmatou 5,31 km² em setembro e outubro de 2010
Relatório do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) divulgado nesta semana pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indica o aumento da devastação em áreas consideradas preocupantes, segundo as últimas análises, pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Ibama.
As áreas que começam a preocupar desmataram pouco em números absolutos e comparados com os estados que mais devastam, Mato Grosso e Pará. Mas indicam crescimento considerável em relação ao ano passado.
De acordo com oONOE, de setembro a outro a taxa de desmatamento no Estado cresceu 85,4%85,4%, especialmente no sul do estado, na divisa com o Acre.
No mesmo período, o crescimento foi de 81,2% em Rondônia, de 139,6% no Maranhão e de 458% em Tocantins, que desmatou 5,31 km² em setembro e outubro de 2010
Relatório do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) divulgado nesta semana pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indica o aumento da devastação em áreas consideradas preocupantes, segundo as últimas análises, pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Ibama.
As áreas que começam a preocupar desmataram pouco em números absolutos e comparados com os estados que mais devastam, Mato Grosso e Pará. Mas indicam crescimento considerável em relação ao ano passado.

