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Amazonas foi o segundo estado da região Norte em número de casos de dengue em 2022

Amazonas foi o segundo estado da região Norte em número de casos de dengue em 2022
Amazonas foi o segundo estado da região Norte em número de casos de dengue em 2022

Na região Norte, o estado do Amazonas foi o segundo com maior registro de casos de dengue, doença que bateu recordes de mortes no país em 2022, vitimando de 1.061 brasileiros e infectando mais de 1,4 milhão de pessoas ( (taxa de incidência de 679,9 casos por 100 mil hab.), de acordo com dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde (MS), ao alertar para a importância do diagnóstico precoce da doença, que pode ter sido secundarizado por conta da atenção dada à urgência em saúde provocada pela Covid-19. 

De acordo com dados do MS, no Amazonas foram 5.440 casos de dengue, 180 de Chikungunya e 259 de Zyka, numa incidência de 6,1%  na região, enquanto o estado de Tocantins registrou 22.598 de dengue, 4.075 de Chikungunya e 185 de Zyka, incidência de 11,5%.

O boletim da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), do último dia 12/01, mostrou que no período de setembro de 2022 até aquele dia, haviam sido notificados 4.787 casos de dengue, dos quais 167 nos últimos 7 dias. No período de setembro até o dia o último dia 12, foram registrados 3 óbitos pela doença.

Entre os municípios com maiores taxas de incidência de dengue estão Benjamin Constant (3.835,3), Jutaí (1.797,7), Ipixuna (1.575,1), Atalaia do Norte (1.384,9), Humaitá (1.216,9), Santo Antônio do Içá (564,9), Guajará (546,7), São Paulo de Olivença (440,8), Tonantins (330,9), e Japurá (170,9).

De acordo com a publicação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), as manifestações clínicas iniciais da dengue são comuns e podem ser confundidas com outras doenças, incluindo a Covid-19: febre, dores de cabeça e no corpo, mal-estar e fraqueza. 

Essa semelhança de sintomas pode ter confundido tanto a população quanto os profissionais de saúde. 
Para os médicos, a letalidade da dengue está associada à demora na identificação e no tratamento da doença. Essa demora pode ter sido causada pela manutenção do isolamentos social durante a pandemia de Covid-19 ainda no ano de 2022, fato que pode ter levado as pessoas a demorar para buscar assistência médica.

A doença, que é transmitida pelo Aedes aegypti (também vetor dos vírus chikungunya e zika), tem seu número de casos gerais diretamente influenciado pela quantidade de mosquitos. 

Entre as principais recomendações para a prevenção dada pelos especialistas estão a manutenção da regularidade nas campanhas de prevenção, medidas preventivas para evitar a criação e reprodução do mosquito transmissor da dengue como manter bem tampados: caixas, tonéis e barris de água; colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira sempre bem fechada; não jogar lixo em terrenos baldios; guardar garrafas de vidro ou plástico mantendo sempre a boca para baixo; não deixar a água da chuva acumulada sobre a laje; encher os pratinhos ou vasos de planta com areia até a borda, se precisar pneus velhos em casa; retire toda a água e mantenha-os em locais cobertos, protegidos da chuva; limpar as calhas com frequência, evitando que galhos e folhas possam impedir a passagem da água; lavar com frequência, com água e sabão, os recipientes utilizados para guardar água, pelo menos uma vez por semana.

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