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Ação Civil do MP propõe construção de abrigo no interior do Amazonas

Ação Civil do MP propõe construção de abrigo no interior do Amazonas
Ação Civil do MP propõe construção de abrigo no interior do Amazonas

O Ministério Público do Amazonas (MPAM), pela Promotoria de Justiça de Eirunepé, propôs, no último dia 12/4, Ação Civil Pública (nº 0600308-18.2023.8.04.4100) para obrigar o Município a construir um abrigo para acolhimento de crianças e adolescentes em situação de risco. A iniciativa tem como objetivo garantir proteção e assistência aos menores que se encontram em vulnerabilidade social na região.

Segundo Manifestação Técnica juntada aos autos pela Secretaria Estadual de Assistência Social, o Município de Eirunepé apresenta um grande número de eventos relacionados à violação de direitos de crianças e adolescentes, totalizando 69 no período de janeiro a julho de 2022. Em média, anualmente, cerca de 140 crianças e adolescentes, são identificadas em situação de risco na cidade, que não possui qualquer local de acolhimento e proteção desse público, ou mesmo para uma eventual futura reintegração ao núcleo familiar original.

A Ação Civil Pública requer que o município providencie imediatamente um local temporário para servir como abrigo institucional, bem como inclua na sua proposta orçamentária de 2024 recursos suficientes para iniciar a construção de um local definitivo, devendo ainda fornecer equipe técnica especializada e recursos materiais para garantir o pleno funcionamento da instituição. O abrigo deve ser um espaço acolhedor e seguro para as crianças e adolescentes, oferecendo atividades educativas, culturais e esportivas, além de assistência médica e psicológica.

“A construção do abrigo é uma medida necessária para garantir a proteção dos direitos das crianças e adolescentes em situação de risco em Eirunepé. É fundamental que o Poder Público atue de forma efetiva para garantir o pleno desenvolvimento desses jovens, proporcionando-lhes um ambiente seguro e acolhedor. A sociedade como um todo deve estar atenta e apoiar a iniciativa do Ministério Público em defesa dos direitos da infância e da juventude”, afirmou o Promotor de Justiça Caio Lúcio Fenelon Assis Barros.

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