A escolha dos chefes do Ministério Público do Estado do Amazonas sempre foi marcada por fatos que merecem registro. Com a constituição de 88, foi instituida a eleição direta para a formação da lista tríplice visando a escolha do dirigente maior do órgão. Já na primeira experiência, o candidato mais votado não foi nomeado. Carlos Coêlho ficou em primeiro lugar e o escolhido foi Luiz Cordeiro Felipe de Verçosa, último colocado na votação.
O episódio se repetiu na eleição seguinte quando Evandro Paes Farias foi escolhido, porém o mais votado foi Edilson dos Santos Oliveira. A história foi a mesma com a escolha do atual ministro do STJ, Mauro Campbell, segundo colocado na eleição de 2007. O atual procurador geral, Otávio Gomes, também obteve a terceira colocação e mesmo assim foi o escolhido para o cargo.
Agora, está nas mãos do Governador Omar Aziz decidir o nome do novo procurador geral, num clima de denúncias do uso da máquina administrativa para favorecer o candidato à reeleição. É o MPE, órgão fiscal da lei, escrevendo sua própria história.
O episódio se repetiu na eleição seguinte quando Evandro Paes Farias foi escolhido, porém o mais votado foi Edilson dos Santos Oliveira. A história foi a mesma com a escolha do atual ministro do STJ, Mauro Campbell, segundo colocado na eleição de 2007. O atual procurador geral, Otávio Gomes, também obteve a terceira colocação e mesmo assim foi o escolhido para o cargo.
Agora, está nas mãos do Governador Omar Aziz decidir o nome do novo procurador geral, num clima de denúncias do uso da máquina administrativa para favorecer o candidato à reeleição. É o MPE, órgão fiscal da lei, escrevendo sua própria história.

