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Espetáculo 'Cê Virou Planta' estreia no Teatro da Instalação em Manaus

Espetáculo 'Cê Virou Planta' estreia no Teatro da Instalação em Manaus
Espetáculo 'Cê Virou Planta' estreia no Teatro da Instalação em Manaus

Manaus/AM- A Soufflé de Bodó abre a programação de 2024 com a estreia do espetáculo “Cê Virou Planta” no Teatro da Instalação (Rua Frei José dos Inocentes, no Centro), às 19h. A entrada é gratuita e tem classificação de 16 anos.

Em parceria com o Coletivo Nupramta (Núcleo de Práticas Meditativas no Treinamento do Artista), a companhia amazonense apresenta uma produção que percorre o processo do luto e da despedida por meio de dramaturgia, música e elementos cênicos.

“A peça propõe o encontro inédito entre dois grupos de intensas atividades, Nupramta e Soufflé de Bodó, para a cocriação e investigação das noções de brasilidade e decolonialidade na cena”, explica o diretor da companhia, Francis Madson, que também divide a direção do espetáculo com Vanja Poty.

A obra compõe três novas experimentações artísticas do projeto “Brasa”, que conta com a série “Manda Brasa” e a performance “A Vaca”, de Vanessa Bordin, com estreia prevista para fevereiro.

“Na perspectiva de aprendizado mútuo, a troca entre as companhias busca ainda o fomento de redes integradas de criação que reúnem artistas, pesquisadores, histórias e movimentos necessários à sobrevivência das subjetividades nortistas pós-pandemia”, destaca o diretor. 

Enredo

"Cê Virou Planta" compartilha a vivência pessoal de Madson como um convite ao debate coletivo, destacando a importância de enfrentar a jornada do adeus com dignidade e respeito.

“O luto é uma longa despedida e assusta, porque é um momento em que a morte se faz presente e media sua relação com seu ente querido, no dia a dia, mês a mês, ano a ano que você vai se despedindo daquela pessoa”, comenta Madson. “Mas é importante coragem nesse processo, para lidar com esse adeus”.

Experiências

Vanja Poty, coordenadora do “Brasa”, pontua que, no projeto, a reflexão acerca da diversidade dos afetos nortistas em suas múltiplas configurações é trampolim para a construção de obras que apontem as contradições de um Brasil homogêneo.

“Em ‘Cê Virou Planta’, o percurso do luto é uma experiência que conecta a todos, independente da origem, porém, é atravessado por noções de classe, gênero, ancestralidade e poder", descreve Vanja Poty.

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