Em 2002, Vanessa Bueno foi sequestrada enquanto saía de uma aula de teatro no bairro das Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro. Ela ficou três dias em cativeiro, e foi encontrada posteriormente no município de Magé, na Baixada Fluminense.
Durante este período, o carro da atriz, um Cherokee preto, foi utilizado pelos bandidos para outro sequestro, dessa vez de um casal na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.
Na época, a Divisão Antissequestros (DAS) rastreou a localização do cativeiro por meio de uma ligação de Vanessa para os pais a mando dos sequestradores e da apreensão de aparelhos celulares do outro sequestro. Dos seis criminosos que estavam no local, três foram presos inicialmente e outros três fugiram, em troca de tiros com a polícia.
Vanessa foi encontrada em um pântano, a cerca de um quilômetro do cativeiro. Ela explicou que o sequestro foi aleatório, e que a quadrilha descobriu sobre sua profissão somente após ver notícias na televisão.
A atriz negou ter sofrido agressões físicas, mas completou, em uma matéria de 2002 do Diário do ABC , "Pensei que seriam os últimos dias da minha vida. Eles [sequestradores] me trataram bem, mas no final estavam nervosos".


