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'Pedia desesperadamente para ele parar', diz ator Victor Meyniel sobre agressão no Rio

Victor Meyniel disse que questionou Yuri de Moura Alexandre, o seu agressor, momentos antes do violento incidente que sofreu. Em uma entrevista concedida ao RJTV nesta segunda-feira, 4, o ator lembrou de ter falado sobre a reação exacerbada de Yuri em relação ao beijo que compartilharam, tentando entender o motivo do alvoroço repentino.

"Estava tudo tranquilo. A gente estava no sofá e não rolou nada além de beijo. A chegada da amiga dele virou uma chave que eu não tinha entendido o que estava acontecendo", conta. "E, chateado, eu perguntei: ‘o que aconteceu? Por que você mudou de atitude de repente? A gente estava ficando de boa no seu sofá. Você não é assumido?’"

Depois desse questionamento, o conflito progrediu para a agressão física capturada pelas câmeras de segurança do prédio. No vídeo, é possível observar Yuri golpeando repetidamente um Victor caído, que lutava para se defender dos ataques. "Pedia desesperadamente para ele parar", relatou.

Por meio de suas redes sociais, o ator comentou sobre o episódio. Ainda exibindo marcas visíveis do incidente, Meyniel discutiu seu processo de "cura emocional" e a importância de revisitar o evento traumático.

"Eu estou passando por um processo, revisitando muito o acontecido e às vezes é bom reviver, porque isso é um ato de dessensibilização", explicou o ator. Ele destacou como tem aplicado aprendizados de terapia para lidar com os sentimentos associados ao trauma.

Meyniel expressou também a sua gratidão à rede de apoio que o tem sustentado. "Eu queria muito agradecer. Vocês estão sendo o pilar e não tenho nem o que dizer. Todo amor do mundo. Amor com amor. O ódio deixa pra lá", enfatizou.

Yuri de Moura Alexandre foi detido em flagrante e conduzido à Delegacia de Copacabana, na zona sul do Rio, que está atualmente investigando o incidente. As acusações incluem agressão física e proferição de insultos motivados por preconceito. Se condenado, ele enfrentará uma possível pena de reclusão entre 2 e 5 anos.

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